quinta-feira, 11 de julho de 2019

SOCIEDADE 5.0: CENTRADA NOS HUMANOS


Em um plano de transformação social, Japão pretende realizar o desenvolvimento econômico e resolver os principais problemas sociais

Tatiana Arasaki Casarotto      Julho/2019

O Japão pretende ser o primeiro país no mundo a transformar a atual sociedade da informação (4.0) em um novo modelo de sociedade centrada no humano. Com uma proposta de Sociedade 5.0, o primeiro ministro do Japão Shinzo Abe, no poder desde 2012, pretende incorporar tecnologias avançadas em diversos setores e atividades sociais, promovendo a inovação para criar novos valores a partir de sistemas individuais.

 A Sociedade 5.0 surge como uma sociedade super inteligente em que o pleno uso de tecnologias como big data, Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial (IA) e robôs a possibilita resolver questões sociais de forma efetiva, incentivando a imaginação e criatividade diversificadas e promovendo a inovação. O Japão vai de encontro a uma estratégia nacional de digitalização.


Década perdida (Ushinawareta Jūnen )

Desde a década de 1990, a economia japonesa vive uma estagnação, que acrescida a crise financeira de 2008 e o triplo desastre de 2011 (tsunami, terremoto e acidente nuclear de Fukushima) reforça a contribuição para um fraco crescimento econômico. O conjunto de problemas vindos desde a década de 1990, incluem, além da baixa taxa de crescimento, uma taxa de natalidade em declínio, uma sociedade em grande grau de envelhecimento, capacidade de pesquisa em declínio e deterioração fiscal.

Para reverter este quadro, o Primeiro Ministro Abe procurou revitalizar a economia no Japão promovendo o "abenomics", uma estratégia nacional de política econômica que em um primeiro momento consistia de três metas: flexibilização monetária, estímulo fiscal e crescimento. Revisada todos os anos a política evoluiu com o esforço para criar um novo contrato social e modelo econômico incorporando totalmente as inovações tecnológicas da quarta revolução industrial.

Além de resolver o conjunto de problemas econômicos, o conceito de Sociedade 5.o foi desenvolvido pelo Governo Japonês abordando as mudanças climáticas, a segurança alimentar, a disponibilidade limitada de recursos naturais, energia e o cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. 

Cocriando o futuro e a Sociedade 5.0

Do ponto de vista cultural, as atividades econômicas japonesas são orientadas há muito tempo pela mentalidade incorporada nas ODS, associadas ao conceito de sampo-yoshi (satisfação de três partes): 1) enfatiza a importância dos negócios enraizados na sociedade; 2) enfatiza que os benefícios devem ser para o vendedor, para o comprador e para a sociedade; 3) mottai-nai (aversão ao desperdício), que abraça o espírito de simbiose com a natureza.

Esta estratégia do governo japonês tem como segunda intenção expandir o modelo de Sociedade 5.0 para o resto do mundo. E para isso requer o envolvimento de parceiros em todo o mundo.

Entre as vantagens já existentes está no fato do Japão ser vizinho da China, que é um mercado enorme e crescente, e possuir uma relação atual favorável com os países em rápido crescimento como a Índia e os da Associação de Nações do Sudeste Asiático . Manter um contato próximo com as nações ocidentais também dá ao Japão uma vantagem geopolítica.

Desenvolvendo capacidades para a Sociedade 5.0

COMO OS ESTUDANTES ESTÃO SENDO PREPARADOS PARA A SOCIEDADE 5.0

Sociedade 5.0 é um conceito centrado no ser humano, portanto, o "desenvolvimento humano" é importante para sua realização. 

O Ministério da Educação está trabalhando para preparar uma geração de estudantes para que ganhem conhecimento e habilidades, tanto para sobreviverem às mudanças ainda desconhecidas da sociedade quanto para liderarem a mudança. O Governo japonês, em conjunto com o Keidanren (Federação das indústrias), considera que a chave para a preparação dos estudantes para as rápidas mudanças tecnológicas seja o foco nas forças humanas. 

Para isto, o Ministério da Educação está planejando ajustar o sistema educacional, da escola primária ao nível universitário. A ideia é que os estudantes japoneses possam dizer adeus a tradicional divisão na grade de disciplinas. "Na era do Google, os estudantes não necessitam memorizar cada fato específico. Hoje, muitas tarefas são melhores executadas por computadores. Portanto, a ênfase deve estar nas habilidades humanas como comunicação, liderança e resiliência, assim como, nas habilidades voltadas para a curiosidade, compreensão e leitura." Yoshimasa Hayashi (Ministro da Educação no Japão)

O Japão está se preparando para eliminar a divisão entre especialidades humanas e outras ciências. Pretendem ter alunos que se especializem em duas ou mais áreas distintas ao mesmo tempo que aprendem as artes liberais. Disciplinas como inteligência artificial, matemática, informática e ciências da vida serão dadas a todos os alunos de forma compulsória. Espera-se que a universidade promova o mais alto nível de educação e pesquisa do mundo. 

Como estratégia para as Universidades, o Governo pretende que elas apoiem mecanismos de promoção da inovação aberta, fortaleçam a colaboração internacional em pesquisa e ensino e apoiem cientistas juniores, o que é um grande desafio para as Universidades japonesas, considerando que a maioria dos pesquisadores japoneses trabalha dentro de um contexto japonês. 

O Conselho indústria-academia, no Japão,  está em força-tarefa para identificar ações específicas e encontrar soluções locais, em conjunto com a indústria e a academia, para cada necessidade, além da busca por soluções globais. Uma solução já encontrada é a educação recorrente, que seria uma oportunidade de aprender novamente depois de já ter iniciado no campo de trabalho. Garante, desta forma, o aperfeiçoamento de pessoas que há muito tempo saíram do universo estudantil.



Referências

http://www.keidanren.or.jp/journal/times/2019/0711_04.html

https://www.gov-online.go.jp/cam/s5/eng/#

https://www.japantimes.co.jp/opinion/2019/06/05/commentary/japan-commentary/security-society-5-0/#.XR5NH-hKiM9

https://www.japan.go.jp/abenomics/about/  

 


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sábado, 6 de julho de 2019

Uber: Concorrentes e estratégia de parcerias

 https://oimparcial.com.br/media/2017/04/uber-taxi.jpg


Um pouco sobre a História da Uber

Que a Uber é sensação no mundo inteiro, todos nós já sabemos, mas o que faz a empresa continuar crescendo e ser referencia para outros aplicativos é o que muitos não sabem!  Atualmente a Uber está presente em 614 cidades do mundo inteiro, concorrendo ou deixando para trás muitos serviços de Táxis e até transportes públicos, foi fundada em 2009 nos Estados Unidos, com a ideia de fornecer a seus usuários através da tecnologia na utilização de seus Smartphones um meio de transporte privado urbano, o que para muitos é considerado uma carona remunerada.
Além do serviço que presta de fornecer a carona por um preço que normalmente é mais justo e coerente do que o de Táxi da cidade, a Uber oferece a muitos cidadãos uma oportunidade de se inserir no mercado de trabalho, trabalhando como um motorista Uber, no qual, para se tornar um motorista é apenas necessário ter um veículo dentro dos padrões da Uber, o qual é achado em seu próprio Website: https://www.uber.com/ possuir uma carteira nacional de habilitação para conduzir o carro, desde que a mesma esteja dentro da validade.


Rivais do Aplicativo


Um dos inimigos da Uber no Brasil é o 99taxi Fundada em 2012, e conhecida inicialmente como 99 Táxi, a empresa surgiu como um aplicativo que conectava taxistas com os passageiros. Eventualmente, a empresa começa o serviço "99POP", com o objetivo de concorrer com outras empresas, como a Uber, que não utilizava taxistas, mas motoristas comuns. 
Outros inimigos que podem aparecer são outros aplicativos que tentam "roubar" a ideia da Uber, utilizando de práticas muito parecidas do grande aplicativo mundial para inventar algo novo e tentar se enquadrar no cenário das caronas com preço justo, este é o caso do aplicativo Moovit Carpool, que teve com sua ideia principal oferecer caronas ditas de rotina, onde o motorista combina com os passageiros quanto eles podem colaborar financeiramente pela carona, caronas que, muitas vezes podem acontecer no dia a dia, seja para ir estudar ou trabalhar.

Empresa que usou o Uber como referencia


Talvez você nunca tenha ouvido falar sobre o aplicativo o Uller, o nome realmente soa como algo parecido ou possivelmente mais uma cópia mal feita para imitar o sucesso de uma marca conhecida, mas na verdade o Uller realmente se baseou na ideia da Uber e trouxe uma outra proposta para quem o utiliza, o seu público alvo é completamente diferente do da Uber, atingindo mais as pessoas que trabalham em campos e fazendas, trata-se de um aplicativo de compartilhamento de máquinas agrícolas, onde o proprietário do seu trator, tobata ou alguma outra máquina do gênero fornece o seu equipamento agrário para empréstimo de alguma outra pessoa necessitada em troca de algum valor monetário, algo inovador para um ramo que não era de se esperar algo do tipo!


Parcerias criada pela Uber

http://www.folhavitoria.com.br/entretenimento/blogs/interacao/wp-content/uploads/2015/03/parceria-divulgacao-1200x800.jpg 

Em 25 de abril a Embraer confirmou que fechou parceria com a Uber para realizar uma grande reviravolta no mercado aéreo e que isso iria explorar um novo ramo de mercado e de negócios para o mundo inteiro, ter a possibilidade de "criar" um aplicativo, ou segmento que realize o transporte de passageiros da mesma forma, ou de forma parecida com que a Uber oferece hoje em dia seria com certeza algo muito inovador e que com certeza traria uma grande vantagem competitiva para a empresa.

Outros parceiros importantes que a Uber passou a ter foram empresas de aluguel de veiculos, com o intuito de o colaborador que não tenha carro próprio, possa mesmo assim ganhar uma renda extra. Isso aumenta também o número de procura pelas empresa de aluguel de carro.





Referencias:

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sábado, 29 de junho de 2019

REDES SOCIAIS VIRTUAIS: AJUDAM NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO?

Yasmin Schulz Protoba (18101137) 
Estudante do curso de Administração da Universidade Federal de Santa Catarina.
Disciplina de Redes Sociais e Virtuais (EGC5019)

 
O conhecimento é contruído através de inúmeras redes de interações entre as pessoas. É algo abstrato, não podemos tocar mas podemos sentir. A construção deste forma não só o intelecto de cada um mas também a forma de ver a vida e as situações diante do conhecimento que se possui.
Para Domingues (2007), o cérebro muda gradativamente a sua estrutura através da repetição do estímulo, o que constitui a memória ou o aprendizado. Isso está relacionado a vivências, experiências e estimulações ao longo da vida da pessoa, não existindo limite para o crescimento da aprendizagem nos seres humanos. Adquirir conhecimento é mais do que aprender, é também observar, escutar, organizar, ler, escrever, praticar e ensinar. A medida que essas práticas são exercidas, maior é o conhecimento que se pode obter de determinado assunto. Segundo Sandra Carey, não confunda jamais conhecimento com sabedoria. Um ajuda a ganhar a vida; o outro, a construir uma vida.


 
Atualmente com a força das redes sociais principalmente nos últimos dez anos, muito se questiona sobre a influência que ela pode ter sobre a construção do conhecimento. Estamos conectados através de smartfones, computadores e tablets a todo momento, jornais viraram websites de notícias e que trazem notícias em tempo real, onde nos fazem ler e adquirir conhecimentos diferentes jamais imaginados. Podemos através das redes aprender sobre diversos asssuntos como tocar violão, aprender a fazer aquela receita de bolo, fazer aquele artigo da faculdade, utilizar o excel, ver um vídeo aulas pra complementar os estudos, dentre tantos outras oportunidades de conhecimento que as redes sociais virtuais podem nos oferecer.

Principalmente no meio acadêmico, é uma área que ainda deve ser muito explorada utilizando as redes pois há diversas ferramentas que podem ser utilizadas em prol do conhecimento como: pesquisas em websites, video-aulas, lembretes de trabalho, referências, jogos como o Kahoot, etc. É um desafio que educadores e estudantes tem nessa geração e que essa tecnologia deve ser utilizada nas aulas. Propor esse método de atividades desperta o interesse , cria redes entre os alunos pois interagem entre si e estimula o conhecimento.

Sendo assim, as redes sociais virtuais tem um forte impacto na construção do conhecimento pois auxiliam na prática do mesmo e conseguem despertar o interesse para a iniciativa de explorar novos conhecimentos, além de oferecer variadas formas de aprendizagem e um mundo de oportunidades.

REFERÊNCIAS:

1 FREIRE, Gustavo Henrique de Araújo. Redes Virtuais de Aprendizagem na sociedade e na pesquisa. Florianópolis, p. 55-58, 2008.
Acesso em 28 de Junho de 2019.

2 MARTINS, Gisely Jussyla Tonello; MARTINEZ, Gabriel Augusto Del Puerto; FILHO, Sílvio Serafim da Luz; PEREIRA, Mauricio Fernandes. A contribuição das redes sociais virtuais para a aprendizagem e construção do conhecimento: evidências em estudantes de cursos de graduação. P. 1-5, 2009.
Acesso em 28 de Junho de 2019.



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segunda-feira, 24 de junho de 2019

A importância da tecnologia e inovação no setor público

O setor público sempre foi marcado pela burocracia exagerada e muita papelada. Nos dias de hoje, estamos em constante mudança para que o setor público use a tecnologia a seu favor. Uma vez que o público-alvo dos serviços governamentais é o cidadão, é preciso criar formas de alcançá-lo e atendê-lo com eficiência.

É importante lembrar que a inovação não diz respeito apenas a recursos tecnológicos. Afinal, a quantidade de pessoas com acesso à internet no Brasil ainda não chegou a 70% da população. Assim, o setor público enfrenta o desafio de propor soluções que tenham a ver com a realidade da população. Além disso, deve diminuir a burocracia e não limitar o acesso a apenas uma parcela. As novas tecnologias permitem o crescimento mais acelerado da economia. Também aumentam a disponibilidade de serviços e soluções – se forem utilizadas da maneira certa.

Além disso, causam transformações na sociedade, que fica mais exigente, interativa e participativa. Por isso, essas tecnologias podem fazer muito pelos processos do setor público. Podemos citar mudanças já consolidadas, como o Portal da Transparência e a consulta pública nos projetos do Senado brasileiro, que ampliaram a participação popular. Mas as possibilidades são ainda maiores.

PORTAL DA TRANSPARÊNCIA

O portal da transparência é um exemplo de que usar tecnologia a favor do serviço público, tende a trazer resultados significativos Ao Estado. Muitas pessoas não têm o costume ou mesmo a vontade de acessá-lo, mas é inegável que o Portal da Transparência é uma plataforma muito importante para o país. Nesse canal online, o cidadão brasileiro acompanha como o governo federal utiliza seus recursos.

Apenas o fato de se interessar por esse tipo de informação já é um exercício de cidadania. Afinal, ele sinaliza a compreensão de que os recursos federais não são do governo, e sim do povo, que tem o direito de saber no que e de que forma eles são aplicados.

O Portal da Transparência surgiu para atender a essa necessidade e diminuir a distância entre a população e os representantes do poder público.

Uma coisa que é transparente, afinal, permite que se enxergue através dela – portanto, indica que não há nada a esconder. Claro que o Portal da Transparência não expõe todos os casos de desvio de dinheiro público, mas é um passo importante no combate à corrupção.


O Portal da Transparência é um site do governo federal no qual o cidadão pode pesquisar informações sobre a gestão pública e, principalmente, a aplicação do dinheiro público no Brasil.

O portal é gerido pelo Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), órgão do poder executivo federal que atua na defesa do patrimônio público, da transparência e no combate à corrupção.

O acesso é livre, ou seja, o usuário não precisa criar um usuário e senha para acessar as informações, visualizar e utilizar os dados disponíveis, que são todos públicos e abertos.
As informações disponíveis no Portal da Transparência são referentes ao Poder Executivo e à esfera federal. Incluem dados sobre orçamento, receitas e despesas públicas, recursos transferidos e remuneração de servidores públicos.

O OBJETIVO

O Portal da Transparência possibilita ao cidadão o acompanhamento da utilização dos recursos federais, que são arrecadados, principalmente, com o pagamento de impostos.
O objetivo disso, de acordo com o site do CGU, é “garantir e ampliar a transparência da gestão pública e fortalecer a participação social na fiscalização dos gastos e investimentos do Poder Executivo Federal.”
Afinal, se o dinheiro vem do contribuinte, ele tem interesse direto na maneira como ele será utilizado. Porque a finalidade dessa arrecadação é justamente servir à população que contribuiu.
Isso significa que o uso dos recursos federais deve sempre obedecer ao critério do interesse público, ou seja, ajudar a suprir as demandas da população.

REFERÊNCIAS



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domingo, 23 de junho de 2019

A influencia das Fake News para o mundo real

Você sabe o que são Fake News?  Quais os impactos de uma Fake News?



Esse artigo tem o intuito de esclarecer sobre as Fake news, tema muito discutido recentemente por tem grande influencia na eleições dos EUA, e também por colocar em discussão diversos temas e noticias que supostamente são falsas.

Origem e Definicão da expressão Fake News

A palavra fake News tem origem dos EUA, ficou popular  em todo o mundo nos últimos dois anos, por serem noticias que foram fabricadas, informações não verdadeiras que tem como maior objetivo legitimar um ponto de vista ou prejudicar alguém ou um grupo, geralmente pessoas  publicas ou famosos. Tem origem dos meios de comunicação mais populares da atualidade, as redes sociais.
Hoje com a popularização das redes sociais, as noticias caminham sozinhas, pois estamos ligados a todo tempo a internet, e o ambiente virtual das redes sociais é o mais utilizado para as fake news, pois tem maior poder de alcance, pois todos praticamente tem acesso, assim, as noticias falsas são postadas, e as pessoas com a necessidade de demostrar seus interesses, opiniões e ponto de vista são atingidas por um titulo sensacionalista, ou com um titulo que já tenha uma opinião pré estabelecida, tornando muito mais fácil, essa noticias ser compartilhada.
Dessa forma, os produtores de noticias falsas se beneficiam, de pessoas ingenuas que não buscam outras fontes, que não possuem senso de auto critica e busquem saber se tal noticia realmente é verdadeira. Falando em beneficio, os produtores de fake news estão lucrando altíssimo R$ com suas noticias falsas, criando uma verdadeira fabrica e noticias falsas.

Documentário extra sobre Fake News exibido pela Globo News




Impactos Das Fake News

1- As fake news provavelmente influenciaram as eleições nos EUA.

 No período eleitoral do ano de 2016, foi monitorado as  atividades online e os cliques de mais de 2.500,  foi constatado que uma em cada quatro pessoas leram e compartilharam noticias falsas sobre os candidatos Donaldo Trump e Hillary Clinton, e entre as noticias, a maioria beneficiaram o candidato Donald. Como beneficiaram o candidato?
Os criadores de noticias falsas notaram a a grande busca pelas #trump e assim, tinham uma base para a criação de noticias falsas.

Como Identifica-las 

A melhor maneira de para combater uma noticia falsa é a educação, transparência, checagem de dados, busca de outras fontes.
Nesse caso, o público – e sobretudo a imprensa – têm um papel importante de controle, impedindo que essas declarações falsas se espalhem.
Para tal, ele sugere que reportagens não deem manchete para declarações falsas, mas sim "digam primeiro qual é o fato correto para só depois citar a declaração do político".

Evitar ser alvo de informações falsas é ainda mais fundamental em períodos de tomadas de decisão, como em disputas eleitorais. Para descobrir se o conteúdo que você recebe por Facebook, Twitter ou WhatsApp é verdadeiro e não ser enganado por fake news durante as eleições de 2018, confira as dicas a seguir, apontadas por Cristina, da Agência Lupa, Tai, da Aos Fatos, e Angie Holan, editora do site de checagem americano Politifact:
1) Não leia só o título


2) Verifique o autor
3) Veja se conhece o site
4) Observe se o texto contém erros ortográficos
5) Olhe a data de publicação
6) Saia da bolha da rede social
7) Tome cuidado com o sensacionalismo
Combate a Falsificação de Noticias
Após polêmicas provocadas pela disseminação de boatos, o WhatsApp anunciou 20 bolsas de estudo de US$ 50 mil (cerca de R$ 195 mil em conversão direta) para que pesquisadores promovam soluções sem prejudicar a privacidade dos usuários. A medida chega como o primeiro passo do mensageiro para enfrentar o problema. Entre os principais focos estão as falsificações que envolvem saúde e eleições.
Também com intuito de prevenir golpes, o mensageiro passou a indicar quando uma mensagem é encaminhada de um chat a outro – o que pode ser evitado com uma dica simples. Outra iniciativa é o limite de repasse de textos e imagens para até 20 chats após casos de violência na Índia. Nos últimos meses, mais de 20 pessoas foram mortas após boatos espalhados pelo WhatsApp.
Outra novidade é a função que deve avisar quando um link é suspeito. Ainda em testes, a ferramenta analisa o endereço de links compartilhados e aplica uma tarja vermelha caso o conteúdo seja possivelmente malicioso.


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E-LEARNING O FUTURO DA EDUCAÇÃO


Embora o termo “e-learning tenha sido bastante divulgado nos últimos anos, muitos ainda desconhecem o que realmente significa e como isso pode ajudá-los a alcançar o sucesso em suas vidas profissional e pessoal.  

O termo “e-learning” existe apenas desde 1999, quando a palavra foi utilizada pela primeira vez em uma apresentação de TCC. Outras palavras também começaram a aparecer na busca de uma descrição precisa, como “aprendizagem eletrônica”, "aprendizado on-line" e "aprendizado virtual". No entanto, os princípios por trás do e-learning foram bem documentados ao longo da história, e até há evidências que sugerem que as primeiras formas de e-learning existiam desde o século XIX. 

Muito antes de a internet ser lançada, cursos a distância estavam sendo oferecidos para proporcionar aos alunos educação sobre determinados assuntos ou habilidades. Na década de 1840, Isaac Pitman ensinou a seus alunos a taquigrafia por correspondência. Essa forma de escrita simbólica foi projetada para melhorar a velocidade da escrita e era popular entre os secretários, jornalistas e outros indivíduos que faziam muitas anotações. Pitman, que era um professor qualificado, recebeu as tarefas concluídas pelo correio e depois enviava aos alunos mais trabalhos para serem concluídos usando o mesmo sistema.

Isaac Pitman

Em 1924, a primeira máquina de testes foi inventada. Este dispositivo permitiu que os alunos testassem a si mesmos. Então, em 1954, B.F. Skinner, um professor de Harvard, inventou a “máquina de ensino”, que permitia às escolas administrar instrução programada para seus alunos.   

Os primeiros sistemas de aprendizagem on-line foram criados apenas para fornecer informações aos alunos, mas quando entramos nos anos 70, o aprendizado on-line começou a se tornar mais interativo. Na Grã-Bretanha, a Open University fez questão de aproveitar o e-learning, seu sistema de educação sempre foi focado em aprender à distância. No passado, os materiais do curso eram entregues por correio e a correspondência com os tutores era via correio. Com o advento internet, a Open University começou a oferecer uma gama mais ampla de experiências educacionais interativas, além de uma correspondência mais rápida com os alunos via e-mail, etc. 



Com a introdução do computador e da internet no final do século 20, as ferramentas de e-learning e os métodos de entrega se expandiram. O primeiro computador MAC, nos anos 80, permitiu que os indivíduos tivessem computadores em suas casas, tornando mais fácil para aprendermos sobre determinados assuntos e desenvolver certos conjuntos de habilidades. Então, na década seguinte, os ambientes de aprendizagem virtual começaram a prosperar de verdade, com as pessoas obtendo acesso a uma grande variedade de informações on-line e oportunidades de aprendizado virtual. 

No início dos anos 90, várias escolas haviam sido criadas para ministrar cursos on-line, aproveitando ao máximo a Internet e levando a educação para pessoas que antes não podiam frequentar uma faculdade devido a restrições geográficas ou de tempo. Os avanços tecnológicos também ajudaram os estabelecimentos de ensino a reduzir os custos do ensino à distância, uma economia que também seria repassada aos alunos. 

Nos anos 2000, as empresas começaram a usar o e-learning para treinar seus funcionários. Trabalhadores novos e experientes agora tiveram a oportunidade de melhorar sua base de conhecimento da indústria e expandir seus conjuntos de habilidades. Em casa, os indivíduos tinham acesso a programas que lhes ofereciam a capacidade de obter diplomas on-line e enriquecer suas vidas por meio do conhecimento ampliado. 

O aprendizado virtual está aqui para ficar. À medida que a propriedade do computador cresce em todo o mundo, o e-learning se torna cada vez mais viável e acessível. As velocidades de conexão à Internet estão aumentando e, com isso, surgem oportunidades para mais métodos de treinamento em multimídia. 

Com o imenso aperfeiçoamento das redes móveis nos últimos anos e o aumento do teletrabalho, aproveitar todos os recursos incríveis do e-learning é uma realidade com Smartfones e outros dispositivos portáteis. Tecnologias como as mídias sociais também estão transformando a educação constantemente. 

De um modo geral, o aprendizado é caro, leva muito tempo e os resultados podem variar. O aprendizado virtual tem tentado há anos complementar a maneira como aprendemos para torná-lo mais eficaz e mensurável. O resultado agora é que há uma série de ferramentas que ajudam a criar cursos de treinamento interativos padronizar o processo de aprendizagem.. Várias tendências de aprendizagem on-line podem nos dar uma visão clara do futuro de como as ferramentas de aprendizagem serão moldadas: 

O micro-aprendizado concentra-se no design de atividades de micro-aprendizagem por meio de micro-etapas em ambientes de mídia digital, já é uma realidade diária para muitos trabalhadores do conhecimento de hoje. É um termo recente e frequentemente utilizado para a área de e-learning. O micro-learning foge dos modelos tradicionais e diminui consideravelmente a carga cognitiva do aluno que se dispõe a aprender algo. Mas também pode ser utilizado em outros contextos como, por exemplo, na hora de ensinar o usuário a utilizar um aplicativo pela primeira vez. É comum encontrarmos aplicativos que nos recepcionam com cards contendo uma ilustração e uma frase pontual explicando algum recurso. Essa maneira de transmitir pequenas frações de informações instrucionais também faz parte do micro-learning.  




A gamificação é o uso do pensamento do jogo e da mecânica do jogo em um contexto sem jogo para engajar usuários e resolver problemas. 


A Aprendizagem Personalizada é a adaptação da pedagogia, currículo e ambientes de aprendizagem para atender às necessidades e aspirações dos alunos individuais. A personalização é mais ampla do que apenas individualização ou diferenciação, pois proporciona ao aluno um certo grau de escolha sobre o que é aprendido, quando é aprendido e como é aprendido. Isso pode não indicar uma escolha ilimitada, pois os alunos ainda terão metas a serem cumpridas. No entanto, pode proporcionar aos alunos a oportunidade de aprender de maneiras adequadas aos seus estilos individuais de aprendizagem e às múltiplas inteligências existentes. 


O futuro distante do eLearning é o aprendizado automático . Em uma cena bem conhecida do filme The Matrix, Neo se deita em uma cadeira de dentista de alta tecnologia e prende uma série de eletrodos, baixando uma série de programas de treinamento de artes marciais em seu cérebro. Depois, ele abre os olhos e fala as palavras "Eu conheço o Kung Fu". 


  
Esse tipo de aprendizado automático pode soar como um futuro distante para muitos, mas é para onde estamos indo. E apesar das questões éticas que podem surgir, os benefícios podem ser substanciais em vários níveis, se usados adequadamente. 

O e-learning já está revolucionando como nós humanos temos acesso as informações, sem duvida nenhuma é um marco para a humanidade, afinal ter acesso a informação e processar no cérebro essas informações formando o conhecimento é o que nos diferencia de qualquer outra espécie animal.
  


Referencias 
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