quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Uso da Tecnologia na Gestão do Conhecimento Organizacional

Por: Melyssa Elizabeth da Luz



Sabemos hoje que para que uma organização funcione da melhor maneira e que seus membros sigam buscando atingir seus objetivos, é preciso ter uma boa gestão do conhecimento organizacional e para isto, muitas empresas têm utilizado tecnologia e até AVAS - Ambientes Virtuais de Aprendizado.


A Gestão do Conhecimento nada mais é que uma forma de facilitar a criação, o compartilhamento e a utilização dos conhecimentos organizacionais. Dentro de uma empresa, há muita informação e muito conhecimento, e por vezes é difícil fazer com que todo o conteúdo disponível seja levado corretamente aos interessados. Com o avanço da tecnologia e dos estudos na área da educação e engenharia do conhecimento, foi possível perceber a necessidade de uma forma de fazer isso através da utilização da tecnologia de informação . 
Para realizar a gestão do conhecimento, podem ser aplicadas alguns métodos ou técnicas de gestão para disseminar o conteúdo e cada vez mais empresas estão se atentando à essas técnicas para se tornarem mais dominantes de seus conhecimentos; e estes poderiam ser classificados em métodos e técnicas abordados através de pessoas, processos ou tecnologia. Focando na tecnologia, é possível elencar alguns métodos e técnicas que são utilizados nas organizações atualmente.

Temos o Blog que já é bem conhecido na internet como entretenimento, mas tem sido utilizado também como ferramenta de comunicação e disseminação de conhecimento à colaboradores de empresas pois é uma forma mais atraente de levar informação. Funciona muito para empresas de moda por exemplo, que podem incluir os blogs em suas Intranet. 



Temos os Chats, que podem ser através de um software específico da empresa ou até utilizando chats comuns como o Hangouts da Google. É uma forma de manter a comunicação em tempo real no dia-a-dia porém bem profissional exclusivamente com pessoas do trabalho. É importante mencionar as Redes Sociais, que apesar de parecerem mais um meio de comunicação, também tem seu papel no aprendizado dos funcionários, se assim for incentivado. Empresas de tecnologia como a Khomp, tem rede social interna para seus colaboradores trocarem ideias e conhecimento, além de possuir um blog que é aberto ao público. 
Outra técnica utilizada é a criação de vídeos com conteúdo estratégico para divulgação dentro do ambiente organizacional, podendo ser disseminado no site institucional, nas redes sociais, ou enviados por e-mail. 



Atualmente, assim como na educação, se faz necessário a realização de atividades à distância e para tanto hoje é possível se ter reuniões importantes através de videoconferência, de qualquer lugar do mundo. Além de ser uma forma de teletrabalho, pode facilitar na hora de conduzir reuniões com pessoas que não fazem parte dos membros de uma empresa mas irão participar de alguma atividade específica e isso diminui custos de viagens, hospedagens, além do tempo gasto em encontros desta natureza. 



A utilização de tecnologia nas empresas garante uma melhor gestão não só do conhecimento, mas de todas as partes da organização, mantendo esta em harmonia com os avanços atuais e garantindo um ambiente mais interessante, relevante que gera valor para seus colaboradores e clientes.






Read More

sábado, 2 de novembro de 2019

Clonagem do WhatsApp - Como Evitar

(Autora: Bárbara Andreoni Segalin - 15204100

Com a tecnologia muitas coisas que fazemos em nosso dia a dia acabaram facilitando, como trocar mensagens com as pessoas, fazer transferências bancárias, fazer compras entre muito outros. Mas também com a tecnologia, começaram a surgir vários golpes pela internet, e um deles é a clonagem do aplicativo WhatsApp.
O WhatsApp é um aplicativo do Facebook de troca de mensagem e comunicação em áudio e vídeo pela internet criado em 2009, onde é utilizado por mais de 1,5 bilhão de usuários e espalhado por mais de 180 países. 
Como o aplicativo armazena diversas informações pessoais, acaba sendo alvo de golpes. Para se ter uma ideia, o WhatsApp clonado no celular de outra pessoa pode mostrar todas as mensagens em tempo real, ainda que não tenha o mesmo chip – o que, obviamente, coloca em risco a sua privacidade. No entanto, há algumas formas de você resolver problema ou até descobrir se está sendo vítima do aplicativo clonado.
Mas como evitar que isso aconteça?

Resultado de imagem para imagens whatsapp

 1º passo - Desconectar o WhatsApp Web

Muitos aplicativos de terceiros permitem “clonar” o WhatsApp no celular ou computador de outras pessoas, usando o acesso do WhatsApp Web no celular. O primeiro passo para descobrir se alguém está vendo suas mensagens, e se livrar disso, é desconectar dessas contas. Para isso, toque no menu indicado por “três pontos” no topo direito e selecione “WhatsApp Web”.
 Note que, em “Sessões Ativas”, estarão listados os navegadores nos quais você está conectado. Se tiver algo de estranho, ou itens a mais, pressione o botão “Sair de todos os computadores” e confirme em “Sim”. Depois, você vai precisar reconectar nas suas máquinas de confiança. Na dúvida, faça sempre logout no WhatsApp Web, mesmo no seu computador.

2º Passo -  Ativar o código de verificação em duas etapas

O código de verificação em duas etapas permite adicionar uma senha “extra” para ativar seu WhatsApp, que é solicitada no aplicativo ao reinstalá-lo ou esporadicamente, para garantir a privacidade. Para ativar, pressione o menu do topo do WhatsApp e selecione “Configurações”.
Em seguida, toque em “Conta” e selecione “Verificação em duas etapas”.
Pressione no botão de “Ativar”. Em seguida, será necessário adicionar um código pessoal com seis dígitos (criado por você) e depois digitá-lo novamente para confirmar. Toque em “Avançar” em cada etapa.
Se preferir, adicione também um e-mail pessoal para recuperação do acesso e, ao final, confirme em “Concluído”.

3º Passo -Apagar o histórico de uma conversa

 Caso você ache que o seu WhatsApp está em risco, uma medida emergencial é apagar conversas que tenham dados pessoais, principalmente financeiros. Para isso, abra a conversa e toque no ícone de menu (três pontos) no topo da tela. Em seguida, pressione “Mais”. Depois selecione “Limpar conversa”.
Confirme a ação em “Limpar”, inclusive as mensagens marcadas (se necessário). Note que o chat aparecerá vazio. Assim a pessoa que te clonou não vai mais ter acesso àquelas informações. 

4º Passo - Ver se alguém leu sua mensagem

Quando uma nova mensagem chega, ela é indicada por um marcador verde, tanto em conversas individuais, quanto em grupos. Note que esse marcador mostra, inclusive, quantas mensagens novas há na conversa. Dessa forma, você sabe que ninguém abriu o recado. No entanto, também existe o marcador de “mensagem não lida”, que pode ser adicionado depois de ler a conversa. Ele, porém, é diferente: não tem número, apenas um ponto verde. Fique atento a essa mudança no seu mensageiro para pegar curiosos ou invasores.

5º Passo - Reinstalar o WhatsApp

Uma última ação para resolver o WhatsApp clonado é reinstalar o aplicativo. Com isso, o mensageiro vai pedir novamente seu código de verificação e enviar o SMS para verificar o aparelho. Pode ser uma forma de anular a ação de terceiros em outros aparelhos. Para isso, acesse o menu de “Configurações” do Android e toque em “Gerenciador de aplicações”.
Encontre o WhatsApp na lista e depois toque em “Desinstalar”. Uma sugestão é fazer o backup das suas mensagens do WhatsApp antes desse procedimento, para não perder nada na reinstalação. 

MANNARA Bárbara WhatsApp Clonado? Veja como se defender, 27 julho 2017. Disponível em:https://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2017/03/whatsapp-clonado-veja-como-se-proteger-para-ninguem-acessar-sua-conta.html. Acesso em: 31 out. 2019.


Read More

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

A Influência das Redes Sociais na Autoestima


Nas redes sociais somos influenciados a manter outras pessoas sempre atualizadas de nossas vidas, postamos fotos, vídeos, stories. Será que precisamos da aprovação de pessoas para sentir que a nossa vida é emocionante? 





A quantidade de interações pode contribuir para impactar significativamente na nossa autoestima. Há mais fatores relacionados a problemas de autoestima associado ao uso das redes sociais do que imaginamos. Recebemos através de nossos celulares diariamente imagens pouco realistas de como deveríamos ser, apresentados por um estereótipo de estilo de vida muitas vezes inalcançável. O impacto dessas informações no nosso dia a dia e nos nossos sentimentos, assim como na autoestima causa um conflito interno na busca por uma realidade que não corresponde ao que se supões que deveria ser. 



Através das publicações dos tão falados influencers estabelecemos objetivos e metas pouco realistas e difícil acesso. A verdade é que o estilo de vida e ritmo dessas pessoas “digitais"é complicado de seguir para as pessoas “reais”. O que não significa que nossa vida é pior, apenas que ela é diferente. 

O que as redes sociais mostram podem causar na nossa autoestima um grande problema com a autoimagem de cada um, projetando um ideal de perfeição. As redes sociais vem tomando cada vez mais importância na rotina das pessoas. O impacto da marcas e dos influencers está impactado diretamente ao tempo de exposição e freqüência de acesso as redes sociais. 


Há uma preocupação com atingir o padrão de beleza. A nossa imagem corporal é parte principal da nossa autoimagem, a partir dela que construímos a nossa identidade. Ao termos nossa autoestima afetada, consequentemente sentimos o nosso senso de bem-estar abalado. 
Em contrapartida, uma pesquisa realizada pelo Departamento de Marketing da Universidade da Pennsylvania, descobriu que, para algumas pessoas, as mídias sociais podem aumentar o seu senso de bem-estar. Os pesquisadores mostraram que as redes sociais podem reproduzir alguns mecanismos utilizados na psicoterapia, para pessoa que são emocionalmente instáveis há uma maior propensão de postar e dividir suas emoções negativas o que pode ajudá-las a receber mais atenção. O que demonstra que, ao compartilhar sua experiencia de vivências negativas há uma função positiva sendo exercida. 



A exposição às redes sociais pode causar impacto negativo pois há uma necessidade pela busca de aprovação. Na sociedade as pessoas precisam da validação de outras para se reafirmar, o que acontece fácil e rapidamente através das redes sociais. Tantos amigos e curtidas podem mascarar problemas emocionais e disfarçar problemas sérios. A desilusão de não conseguir alcançar o padrão mostrado pelas redes sociais pode causar um sentimento de inferioridade, além de mascarar a solidão da vida offline. Por muitas pessoas verem as redes sociais como companhia, elas acabam dando poder a ela que deve ser de si mesmo.
Ao que diz respeito ao nosso bem-estar, existem evidências do impacto negativo sobre o sentimento das pessoas que são isoladas do ponto de vista social. Por não conseguirmos manipular a imagem a nosso respeito se comparada a nossa realidade da vida concreta com a das redes sociais.

Conseguiremos nós transformar o impacto das redes sociais nas crianças e jovens?




Autora: Marina Maria Machado Flores


Referências:






Read More

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

A Tecnologia no Setor Financeiro


(Autora: Lara Pinheiro e Silva - 18206426)
Diversos setores do mercado vêm sofrendo mudanças com a entrada de novas tecnologias e alterações comportamentais provocadas por processos digitais. No setor financeiro isso não é diferente, um exemplo já bastante comum é o fato de que não precisamos mais nos deslocar até agências bancárias ou lotéricas para pagar as contas. Para isso, basta ter um aplicativo no celular e tudo é resolvido em questão de minutos.


A entrada de aplicativos que agilizam processos que antes podiam demorar horas é apenas uma pequena parte das mudanças que vem ocorrendo no setor financeiro. Por isso, neste artigo trataremos de outras inovações que já surgiram ou que são tendências nesse setor.

spilled coins from the jar

Bancos Digitais: 


Como Funcionam?

Os bancos digitais são instituições financeiras que realizam todas ou a maior parte de suas operações no formato digital. Esse novo modelo trouxe muito mais autonomia para os usuários, já que dentre os seus benefícios tem-se a possibilidade de abertura de uma conta de forma totalmente virtual, a isenção de taxas decorrentes da não necessidade de se manter uma grande estrutura física como nos bancos digitais, a resolução de problema por meio de contato online com atendentes do banco ou mesmo por chatbot.

No Brasil, essas instituições surgiram por volta do ano de 2015 e vêm se configurando como uma tendência crescente. Além disso, como mostra uma pesquisa realizada em 2018 pela FERABRAN, a federação brasileira de bancos, os brasileiros estão se mostrando receptivos a terem suas finanças administradas digitalmente. Já que, em 2018 ouve um crescimento de cerca de 24% nas transações bancárias realizadas por meio de celulares.

Fintechs:   


Como Funcionam?

As Fintechs são empresas que geralmente atuam no modelo de startup e que trabalham com a tecnologia voltada para otimizar o setor financeiro. Essas empresas estão em diversos segmentos desse setor, sendo os bancos digitais um deles, além disso também existem fintechs que atuam na automatização da emissão de notas fiscais, gestão financeira, captação de recursos de forma coletiva, blockchain e bitcoin, dentre outros.

Aparentemente, os serviços/produtos oferecidos pelas fintechs se assemelham bastante ao que já se conhece dos bancos tradicionais, no entanto, pelo fato de seus processo serem mais enxutos e otimizados, a estrutura física não ser tão grande e muito dos seus produtos serem quase ou totalmente acessíveis pelos meios digitais, as fintechs acabam conseguindo oferecer processos menos burocráticos, taxas menores ou até zero taxas, diferentemente do que ocorre tradicionalmente nos bancos, por exemplo.




Chatbots:

Os Chatbots são um outro recurso tecnológico que vem apoiando bastante as operações de fintechs e outras instituições bancárias. No caso, eles funcionam como automatizadores de atendimento ao cliente por meio de chat online. Dessa forma, um serviço que antes era operado de forma processual por uma pessoa, passa a ser feito por um robô de forma muito mais rápida e a qualquer hora do dia.
Além de tirar dúvidas dos usuários, esses robôs podem dar sugestões de investimentos, tudo baseado em análise e cruzamento de dados sobre o perfil de cada cliente.


Inteligência Artificial e Big Data no Mercado Financeiro:

Um dos exemplos que podemos citar sobre o uso dessa tecnologia no mercado financeiros são os chamados robôs investidores. Tratam-se de softwares trabalhando em conjunto com base dedados e com uma capacidade de realizar análises e projeções em poucos segundos. Com isso, a assertividade em operações como day trade, que são transações de compra e venda no mesmo dia, seria muito maior do que se operada por uma pessoa. Além disso, uma outra questão que compete principalmente aos investidores menos experientes, é o fator psicológico. E no caso de robôs ou de softwares especializados esse tipo de problema não teria ocorrência, já que fatores psicológicos não fazem parte desse universo.


Além disso, uma outra aplicação da inteligência artificial no setor financeiro é na parte da segurança do cliente e das suas operações. Nesse caso, a IA consegue identificar movimentações suspeitas, no caso, por exemplo, de uma pessoa que não costuma fazer grandes movimentações e que, de repente, apresenta um grande volume de saques.

REFERÊNCIAS

PESQUISA FEBRABAN apresentada hoje revela o uso do canal mobile como o preferido entre os brasileiros. [S. l.], 8 maio 2019. Disponível em: https://cryptoid.com.br/eventos-de-tecnologia/pesquisa-febraban-apresentada-hoje-revela-o-uso-do-canal-mobile-como-o-preferido-entre-os-brasileiros/. Acesso em: 29 out. 2019.

[GUIA] Da origem ao crescimento das Fintechs. [S. l.], 20 maio 2019. Disponível em: https://fintech.com.br/blog/fintech/crescimento-das-fintechs/. Acesso em: 28 out. 2019.
BANCOS vs Fintechs. [S. l.], 26 jul. 2019. Disponível em: https://trademap.com.br/bancos-vs-fintechs/. Acesso em: 29 out. 2019.

O QUE é Fintech?. [S. l.], 31 mar. 2016. Disponível em: https://www.infowester.com/fintech.php. Acesso em: 29 out. 2019.

INTELIGÊNCIA Artificial: é possível aplicar no mercado financeiro?. [S. l.], 21 fev. 2018. Disponível em: https://financeone.com.br/inteligencia-artificial-mercado-financeiro/. Acesso em: 28 out. 2019.

BANCOS avançam no uso da inteligência artificial, mostra FEBRABAN. [S. l.], 29 out. 2019. Disponível em: https://www.ultimoinstante.com.br/ultimas-noticias/economia/setores/bancos-avancam-no-uso-da-inteligencia-artificial-mostra-febraban/289712/. Acesso em: 30 out. 2019.
Read More

WhatsApp como uso de ferramenta de propaganda e venda em pequenas empresas e micro negócios



Autor: Mateus Frello Scaini - 15101243

O marketing é uma estratégia utilizada pelas empresas para garantir a satisfação dos clientes em seus desejos, atendendo suas necessidades. Por isso, a utilização de ferramentas de marketing vem se tornando frequente nas pequenas empresas, na tentativa de se destacar frente a um cenário competitivo, criando estratégias que garantam sustentabilidade

Para Léo Xavier, cofundador e CEO da Pontomobi, comenta sobre o assunto:

"Esse momento de efervescência dos canais digitais pode trazer várias oportunidades para os pequenos negócios, já que algumas dessas plataformas não exigem grandes investimentos." 
(revistapegn,2019)
As organizações orientadas para o marketing acreditam que o segredo para alcançar seus objetivos consiste em determinar as necessidades e os desejos do mercado e satisfazê-los de maneira mais eficiente do que os seus competidores.

Em uma pesquisa realizada por alunos da UNIFCV, o mercado mostra que os clientes estão buscando novos meios de compra e interação com os fornecedores que possa oferecer uma velocidade de resposta mais ágil às pretensões esperadas e o Whatsapp é uma ferramenta bem aceita e utilizada para a comunicação em 56,72% dos entrevistados.

A internet não revolucionou apenas a comunicação interpessoal, nem somente estreitou barreiras geográficas para escoamento de informações, ela abriu portas para novos empreendimentos, novas formas de fazer negócio, uma nova forma de vender. Do recebimento dos pedidos até o atendimento pós-venda, o WhatsApp Business tem sido uma mão na roda para muitos empreendedores.


Alguns casos de empreendedoras que utilizaram o WhatsApp Business para aumentar as vendas:



Desde 2015, a empreendedora Elis Iafélix comanda o "Com Eira e Beira", um brechó que vende roupas pela internet. Apesar de popular, o negócio tinha um desafio: aumentar a conversão de itens enviados para o carrinho em pedidos realmente fechados. Em 2018, ela começou a usar o WhatsApp Business para manter contato com os clientes e atender demandas de forma mais ágil. Desde então, diz ter duplicado sua taxa de conversão.




Isabela Lepera estudava direito quando começou a produzir doces, como cupcakes, para vender a colegas. Em 2016, o hobby deu origem ao Cupcakes By Isa, que hoje também vende brownies, biscoitos e outros doces. Hoje, cerca de 60% dos seus pedidos são feitos pelo próprio WhatsApp. Segundo ela, as vendas cresceram 37% desde que começou a usar a plataforma.





Quando deixou seu emprego de designer gráfica para confeccionar turbantes, Michelle Fernandes começou a vender as peças em feiras e shows de rap. Depois, criou um site para aumentar o seu alcance, mas achou que os resultados ainda estavam lentos. Desde o ano passado, ela usa o WhatsApp para se manter mais próxima às suas clientes. Hoje, ela recebe cerca de cinco pedidos diários pelo aplicativo, alcançando um crescimento mensal de 10% nos seus resultados.


As plataformas grátis de redes sociais do século XXI não vieram apenas para clientes, mas para novos empreendedores que fazem de cada tecnologia emergente uma nova forma de se fazerem presentes, com ideias inovadoras ou a boa e velha publicidade de sempre adaptada aos novos meios e novas formas de se relacionar e de fazer sucesso

As tecnologias digitais se tornaram imprescindíveis para o empreendedor aumentar a competitividade nos negócios. Vivemos numa era onde as pessoas passaram a adotar um comportamento cada vez mais digital. E para os pequenos negócios já é obrigatório ter uma presença nesse mundo tecnológico utilizando as ferramentas que estão na palma da mão dos clientes a todo momento. (revistapegn,2019)

Read More

Redes Sociais x Inclusão




Autor: Eduardo Zavarise Meneghel Guarezi
As redes sociais a cada dia que passa vem aumentando seu uso. Elas tem como principal característica agrupar pessoas para obterem uma conexão/relacionamento social, troca de informações baseados em interesses em comum, objetivos, debater opiniões, dentre outros usos.
Pode-se destacar o Facebook,Instagram e o Twitter como as principais redes sociais.
Resultado de imagem para imagem facebookResultado de imagem para twitterResultado de imagem para instagram
Tudo ficou muito interligado, com uma grande conexão, porém algo que passa despercebido de certa forma é a diferença de seu uso que de certa forma contradiz com sua característica principal de agrupar/conectar pessoas. Muitos vem utilizando das redes sociais para expor de certa forma sua vida, de maneira com que pareça que tudo é belo, destoando da realidade, dos altos e baixos, da dificuldade do dia a dia, dando uma falsa impressão para os desconhecidos. Porém não passa de uma ilusão passageira.
Venho a ressaltar que ao invés de incluir mais as pessoas, percebe-se que ocorre muitos afastamentos também já que ao utilizar mais as redes sociais é deixado de lado um pouco as relações pessoais, o dia a dia. Conversas que poderiam ser feitas pessoalmente sendo evitadas e utilizando meios virtuais. 
Com o decorrer do tempo vem se tendo relatos de pessoas que vem sofrendo com ansiedade, tristeza e depressão,solidão decorrente do uso de redes sociais.
Resultado de imagem para foto depressão
Simplesmente o oposto do objetivo das redes sociais vem acontecendo. Estudos vem sendo realizados para tentar descobrir como evitar esse tipo de sofrimento, e solução mais adequada de acordo com a pesquisa é restringir/diminuir o uso diário das redes sociais. A ideia básica não é parar com o uso social, e sim moderar, por exemplo a diferença de um antídoto e do veneno é a dose, não que sejam coisas distintas, coisas em excesso pode fazer mal, coisas em falta também, a resposta é depende, necessita-se uma análise/teste caso a caso, mas de modo geral é necessário a moderação de uso.
Resultado de imagem para moderação Comparações sociais na maioria das vezes não são bem-vindas, já que caso você ainda não esteja no vinculo social almejado, pode cobrar-se muito, tomar atitudes precipitadas, ter desânimo.Resultado de imagem para interação
Apesar de muitos malefícios,a interação proporcionada pelas redes sociais é muito válida, um progresso muito importante para o mundo e seus métodos de comunicações/transmissão de conhecimentos. A quebra de barreiras/dificuldades físicas antes enfrentadas, não existe no ambiente virtual. Separados por um dispositivo eletrônico, tudo vem sendo mais facilitado com as conexões virtuais.
Resultado de imagem para computador x livro 
Cada vez mais cedo vem se utilizando do meio virtual, aprendendo a utilizar novas tecnologias, ferramentas, programas, o que é muito bom para aprendizado e desenvolvimento de novas características porém ao lado disso vem aquele problema citado antes, o possível afastamento de relações pessoais caso o uso não seja controlado corretamente. 






Read More

A influência dos likes no Instagram


Em abril deste ano o Instagram resolveu "esconder" o número de curtidas das publicações no aplicativo, porém só em julho que essa atualização chegou ao Brasil. Aparentemente seria somente um teste, porém os "likes" continuam escondidos desde então. Os usuários conseguem ver o número de curtidas porém apenas de suas publicações, não de seus amigos.

A grande justificava do Instagram é que isso diminuiria muito o impacto que os likes tem sobre a vida das pessoas. O aplicativo virou uma "concorrência" entre os utilizadores. Quem tem mais likes, quem tem mais seguidores. Muitos jovens estariam utilizando de aplicativos para ganhar seguidores e, automaticamente, likes e isso seria ilegal. De acordo com o aplicativo, isso estaria afetando diretamente na influência de doenças como ansiedade e depressão, por ser um local que representa a aceitação ou não de determinado público.

Assim, o Instagram revela que essa nova atualização daria fim ao caráter competitivo que estava sendo apresentado no aplicativo. Essa decisão da empresa é para tornar o espaço utilizado como um lugar menos tóxico às pessoas e a saúde mental e menos agressivo. Mas quem realmente não gostou muito disso foram as empresas de marketing e os "influenciadores digitais" que, de acordo com eles, teriam que arranjar novas estratégias para alcançarem seus objetivos influenciando as pessoas.


De agora em diante, ou até que os likes voltem a aparecer para todos, influenciadores deverão se voltar para a qualidade das postagens ao invés de pensarem apenas nos likes fornecidos por seus seguidores.

E, não apenas os influenciadores, mas também os usuários comuns, devem pensar apenas em compartilhar fotos e vídeos de histórias e momentos pessoais e/ou com amigos e não em quantas curtidas aquela foto terá. Ou seja, os usuários foram colocados em uma posição de compartilharem tudo o que quiserem - dentro dos limites - não pensando no que as pessoas vão pensar ou se elas vão ou não curtir suas fotos. Isso faz com que o aplicativo se torne livre, mais leve e menos perturbador no sentido de as pessoas se compararem umas com as outras de acordo com os likes recebidos.



Em uma entrevista feita pelo site "Consumidor Moderno", os influenciadores falaram sobre o fim do aparecimento dos likes no modo público.

Letticia Muniz, humorista, foi uma das entrevistadas e, para ela, o que mais importa nas redes sociais são os comentários e não os likes, pois de nada adianta ter milhões de likes e não saber o que as pessoas realmente pensam sobre o conteúdo e se as pessoas estão entendendo o que os posts estão passando de informação. Então, para ela, o não aparecimento dos likes não influencia em suas publicações.

Van Duarte, consultora de estilo em imagem, afirmou que, como viveu várias etapas das mídias digitais, percebe que o Instagram foi um dos aplicativos que mais se voltou para o "visual", enquanto antigamente era mais voltado para os textos em si. Van acredita que essa mudança foi algo positivo e acredita que os usuários deverão ter uma visão melhor sobre os conteúdos compartilhados.

Natallia Rodrigues, atriz, afirma que essas mudanças ajudarão a melhorar as relações entre as pessoas. Ela afirma que as pessoas olharão para os outros de uma maneira mais positiva, sem se preocupar com os números nem se comparar e sim com o que será demonstrado através do conteúdo.

Alessandro Visconde, CEO da Digital Stars, acredita que no futuro as pessoas terão mais preocupação com o que e como irão falar, será uma era mais inteligente de conteúdo. Ele afirma que as marcas, na hora de contratar, se preocupam com o conteúdo postado, garantem que a pessoa tenha o melhor conteúdo, similaridade e coerência com a marca em si. As empresas como um todo percebem, além do conteúdo publicado e da qualidade e engajamento, o discurso e o perfil do influenciador.

Silvia Martins, especialista em marketing digital, tem a percepção de que a ocultação dos likes apareceu para identificar se a influência é realmente real. Para ela, se não existe um engajamento entre o influenciador e seus seguidores, é porque os posts não estão influenciando, então não adianta existir milhões de likes se aquele conteúdo não possui qualidade. Ou seja, os likes não servirão para muita coisa se não existir engajamento.

De acordo com o InfoMoney, essas mudanças afetarão com muito mais intensidade nos nano e micro influenciadores, aqueles que tem entre 5 e 10 mil seguidores. Os influenciadores de menor grau deverão possuir métricas mais organizadas para que consigam convencer as marcas que seus perfis são bons e que serão bons investimentos.

Influenciadores como Felipe Neto e Cleo Pires acreditam que seja uma boa ideia o desaparecimento dos likes.

“Que esse fim dos likes também traga o fim do facetune, dos retoques desesperados e da máscara de perfeição cobrindo uma vida comum e humana, como qualquer outra. Tomara. Apenas tomara”  reflete Felipe Neto através de seu perfil no Instagram em 17 de Julho de 2019.

"Quem vê like, não vê coração" - Cleo Pires.


Por mais que muitos influenciadores tenham concordado com a atualização, algumas pessoas discordaram, como a deputada Carla Zambelli:

"A gente vê o alcance crescendo bastante, a gente vê a esquerda tomando atitudes para criar uma cortina de fumaça para não ver o crescimento da direita. Foi assim que entendi a mudança no Instagram".

O vereador Carlos Bolsonaro também fez duras críticas às mudanças. Para ele "essa mudança barra o crescimento dos que pensam de forma independente, ou seja, aqueles que estão rompendo o sistema".

Mesmo depois de algum tempo com a ocultação dos likes, os usuários do aplicativo continuam falando e discutindo sobre as vantagens e desvantagens que essa atualização trouxe para o público em geral.

E, depois de mais ou menos três meses dessas mudanças a respeito dos likes, o Instagram também fez outra mudança. O aplicativo decidiu retirar a aba "seguindo" ("following"), que mostrava as atividades das pessoas que o usuário seguia. Ou seja, o usuário poderia saber quais fotos outras pessoas curtiam, comentavam, quem a pessoa começava a seguir, etc.

 Esse tema é muito relatado, inclusive entre os usuários do aplicativo, pois, de acordo com algumas pesquisas, os aplicativos de redes sociais são realmente um grande transtorno na vida de muitos jovens. A ansiedade e o estresse causados por meio deles é bem comum e leva aos jovens a se compararem com uns com os outros.

O techtudo publicou um estudo recente da FGV levantou essas causas entre os jovens brasileiros. De acordo com a pesquisa, "para 41% dos jovens brasileiros, as redes sociais causam sintomas como tristeza, ansiedade ou depressão.

Também sobre esse assunto, o site bluevision publicou fez uma publicação apresentando alguns dados de estudos. "Em um artigo de opinião publicado na revista The Atlantic, Twenge afirmou que o uso exagerado de internet e redes sociais pode ter relação direta com o aumento exponencial de ansiedade e depressão - de acordo com a ONU, elas incidem em 3,% e 4,4% da população mundial, respectivamente."

E, por último, o G1 também apresentou dados de pesquisa, apontando que o Instagram é considerada a pior rede social para a saúde mental dos jovens. "Usuários avaliaram redes sociais em questões como ansiedade, solidão e imagem corporal."

Assim, podemos considerar que essas mudanças realizadas em aplicativos de redes sociais, mais especificamente no Instagram, estão sendo consideradas como boas, já que, teoricamente, os usuários devem se preocupar menos com likes ou com o que os outros usuários estão fazendo no aplicativo. 

Logo, diminuiria a competitividade entre os usuários e, talvez, os deixasse mais livres na hora de utilizar o aplicativo.

Por fim, seria muito interessante que outros aplicativos fizessem o mesmo e até criassem mais melhorias significativas para os usuários nas redes sociais.


Autora: Luiza Reichert
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) - Ciências Econômicas.


Referências:

RODRIGUES, Sandro. E o Instagram acabou com as curtidas. Acesso em: 12 outubro 2019.

AGRELA, Lucas. Fim das curtidas? Instagram começará teste para ocultar "likes" no Brasil. Acesso em: 12 outubro 2019.

ELLIS, Nick. Instagram quer acabar com venda de likes e seguidores.  Acesso em: 12 outubro 2019.

RIBEIRO, Dimas. Instagram: como os influenciadores veem o "fim dos likes". Acesso em: 12 outubro 2019.


MARTINSON, Júlia. "Fim" dos likes no Instagram: descubra como isso afeta sua agência. Acesso em: 12 outubro 2019.

ALECRIM, Emerson. Instagram vai acabar com a aba Seguindo, que mostra likes de amigos. Acesso em: 30 outubro 2019.

LOUBAK, Ana Letícia. Redes sociais geram ansiedade e depressão em jovens brasileiros, diz estudo. Acesso em: 30 outubro 2019.

BBC. Instagram é considerada a pior rede social para saúde mental dos jovens, segundo pesquisa. Acesso em: 30 outubro 2019.

Read More
© Observatório de Redes Sociais All rights reserved | Theme Designed by Seo Blogger Templates